sábado, 26 de novembro de 2011

CONFRATERNIZAÇAO E. E. SANTO ISIDORO

No dia 08/10/11 os funcionarios e alunos da E. E. Santo Isidoro reuniram para um momento de confraternizaçao. Comemorando o dia das crianças, dia do professor e dia do diretor.


                                                      professores confeccionam sacolinha surpresa

                                                   

                                                      Alunos participam de dinamica
                                                        


                                                 Diretora recebe lembrancinha dos funcionarios
                                               



                                                        
                                                                Hora do lanche

  
                                                 professores recebem lembrancinha

Na hora de ir embora alunos e pessoas da comunidade levam coco.







sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Ponte inacabada próximo a Minas Novas revolta moradores

Ponte inacabada há cinco anos é motivo de revolta de moradores no interior de Minas. A estrutura tem 150 metros de extensão e 25 metros de largura. A obra custou, até agora, R$ 3 mi e só não foi concluída pois alguns trechos da rodovia ainda não foram pavimentados
A ponte começou a ser construída em 2005 e um ano depois não foi mais mexida  (Edson Silva)
A ponte começou a ser construída em 2005 e um ano depois não foi mais mexida
 
Uma obra que diminuiria a viagem dos motoristas que passam pela BR-367, próximo a Minas Novas, no Vale do Jequitinhonha, vem testando a paciência de moradores da região. Uma ponte, que liga a rodovia às cidades de Chapada do Norte, Berilo, entre outras, está pronta há cinco anos e espera apenas a construção da cabeceira da pista para ser finalizada. Porém, a demora se dá pela queda de braço entre o Departamento de Estradas e Rodagem (DER) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit).

A construção da estrutura começou em 2005 e foi finalizada em 2006 pelo DER que fez um convênio com o Dnit. A ponte tem 150 metros de extensão e 25 metros de largura, e a obra foi orçada em R$ 3 milhões.

Segundo a assessoria do DER, o trabalho sob responsabilidade do órgão foi concluído e ficou faltando o encabeçamento da pista, que teria de ser feito pelo Dnit, pois o trecho é de responsabilidade federal. Para concluir as obras, alguns trechos da rodovia têm que ser pavimentados, pois hoje são de terra batida. Segundo o DER, um pedaço de sete quilômetros ainda falta receber asfalto para que o encabeçamento seja concluído.

Enquanto isso não acontece, o DER afirma que faz a manutenção da pista, como limpeza, nivelamento e trabalhos para evitar alagamentos nas encostas de rios.

O Dnit informou, em nota, que a diretoria do órgão em Brasília está preparando uma licitação das obras que são necessárias para a conclusão da ponte e do restante da rodovia. A expectativa é de que saia no ano que vem.

A estrutura tem 150 metros de extensão e 25 metros de largura (Edson Silva)
A estrutura tem 150 metros de extensão e 25 metros de largura
Motoristas pagam o pato

O jogo de empurra entre os órgãos prejudica os motoristas, que têm que passar pelo trecho. Morador de Mantena, na Região do Rio Doce, o servidor público Edson Silva passou pela BR-367, onde iria visitar uns amigos em Minas Novas. Ao passar pela estrutura abandonada, ele ficou impressionado. “Vimos a ponte e achamos um absurdo. É uma obra muito grande que está abandonada sem a cabeceira. Além disso, tem muita sujeira no local. É um desperdício de dinheiro”, afirma Edson Silva.

Se a ponte estivesse pronta, iria ajudar muitos motoristas. “Essa rodovia sai em outra BR que corta do Nordeste ao Norte de Minas. Se estivesse pronta, ia ser uma mão na roda”, disse Edson. A opinião dele é compartilhada por um funcionário do DER de Capelinha, que não quis se identificar. “Quem está na região Guanhães, Turmalina, Minas Novas, e segue neste trecho é um caminho certo. Vai diminuir bastante a quilometragem”, conta o funcionário.


Fonte: ESTADO DE MINAS

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Remuneração para professores em MG é aprovada sob protesto da classe

Projeto de lei foi proposto pelo governo para valer em 2012.

Sindicato ameaça nova greve no estado.













O Projeto de Lei 2355/11, que trata da remuneração dos professores, foi aprovado na noite desta quarta-feira (23) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. As reuniões que começaram às 9h foram até a noite, durando cerca de 13 horas. No total, foram 51 votos a favor e 21 contra o projeto de proposição do governo.

Na tarde desta quinta-feira (24), o governador Antonio Anastasia criticou a intransigência do sindicato e disse que o novo projeto é um avanço. “Continuo aberto a conversas, mas não tem o que discutir em relação à Legislação Federal e que a proposta financeira avançou muito. Estamos com os valores e os professores vão perceber o impacto positivo. Acreditamos retomar a normalidade, o que foi a tônica absoluta na maioria das escolas durante todo o ano”, disse.
Manifestantes acompanharam durante toda a quarta-feira (23) as negociações entre os deputados. O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTE) é contra o projeto e disse que, com a aprovação, um novo movimento grevista deve ser iniciado no início de 2012. “Nenhuma categoria profissional fica quieta quando vê seus direitos sendo retirados da sua vida funcional. O projeto de lei não foi discutido com ninguém e não vai valorizar o profissional da educação”, afirmou a coordenadora-geral do SindUTE, Beatriz Cerqueira.
A subsecretária de Gestão de Pessoas do governo de Minas, Renata Neves, explica que as demandas dos professores foram atendidas. “A demanda do sindicato, que era de aplicar o piso no regime anterior, foi contemplada. A gente incidiu todos os tempos de serviços que os servidores tinham, todos os adicionais, as vantagens e reposicionamos, unificamos a forma remuneratória que garante ganhos reais para os servidores”, falou.
Deputados da oposição tentaram ganhar tempo, apresentando propostas de mudanças no projeto. Mas, o relator do lado governista, o deputado Duarte Bechir (PMN), auxiliado por uma equipe de técnicos, rejeitou todas. Às 16h, com quórum no plenário, o relator leu o parecer sugerindo a aprovação do projeto. A oposição tentou adiar mais o processo, pedindo que as 32 emendas que constam na PL fossem votadas individualmente, o que foi negado.
“No substitutivo tem um reajuste através do que eles chamam de subsidio, é um reajuste pequeno, estabelecido pelo governo do estado. Ele não tem vinculo com o piso salarial e também não tem uma carreira definida com os biênios, quinquênios, e tempo de serviço. Então, os professores perdem. O piso nacional, ao contrário, ele tem um reajuste anual, que por exemplo, será em janeiro em torno de 16%”, explicou o deputado que faz oposição ao governo Rogério Correia (PT).
Já o deputado que faz parte da base governista explica que, com a nova remuneração, os pagamentos dos servidores devem ficar mais claros. “Se falava muito que professor do ensino básico ganhava R$ 369, no entanto, ninguém colocava os 22, mais de 20 penduricalhos que tinha, e isso precisava ficar de forma transparente, e agora está transparente. Com o sistema único de pagamento feito pelo governo Anastasia, o professor vai saber o quanto ganha”, disse.
O projeto passa a valer em janeiro de 2012. Profissionais com nível médio e que trabalhem 24 horas por semana vão ganhar, pelo menos, R$ 1.122. Já para os profissionais com nível superior, a menor remuneração passa a ser de R$ 1.320. Quando os valores forem acima dos mínimos, a diferença entre os atuais salários e os subsídios que os professores passam a receber vai ser paga em quatro parcelas no mês de janeiro de 2012, 2013, 2014 e 2015. O sistema de subsídio substitui os valores do vencimento básico e das gratificações por um valor único.

De acordo com a assessoria da Assembleia, o projeto segue para a Comissão de Redação, onde receber um parecer, que volta a plenário para votação. Após, isso é encaminhada ao governador.

fonte: G1

premio produtividade

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O governador Antonio Anastasia disse, nesta quinta-feira (10), que o pagamento do 13° salário dos servidores públicos estaduais está garantido para a primeira quinzena de dezembro. O governador concedeu entrevista sobre o assunto durante a cerimônia de entrega da Medalha da Ordem do Mérito Legislativo, promovida pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), no Expominas.
“Primeiro, volto a dizer que confirmamos o pagamento do 13º salário na primeira quinzena do mês de dezembro e, tão logo tenhamos um horizonte mais claro, faremos um anúncio sobre o prêmio de produtividade”, destacou Anastasia.
Sobre o prêmio de produtividade, o governador ressaltou que todo o esforço está sendo feito para que seu pagamento seja realizado ainda neste ano.

fonte: portal do servidor

deputados que votaram a favor a nova remuneraçao de professores

Deputados que votaram a favor a nova remuneraçao dos professores:

Alencar da Silveira Junior, Ana Maria Resende, Anselmo José Domingos, Antônio Carlos Arantes, Antônio Genaro, Antônio Lenin, Arlen Santiago, Bonifácio Mourão, Bosco, Célio Moreira, Dalmo Ribeiro, Deiró Marra, Délio Malheiros, Doutor Viana, Doutor Wilson Batista, Duilio de Castro, Carlos Henrique, Carlos Mosconi, Cássio Soares, Fabiano Tolentino, Fábio Cherem, Fred Costa, Gilberto Abramo, Gustavo Corrêa, Gustavo Valadares, Gustavo Perrella, Hélio Gomes, Henry Tarquinio, Inácio Franco, Jayro Lessa, João Leite, João Vitor Xavier, José Henrique, Juninho Araújo, Leonardo Moreira, Luiz Carlos Miranda, Luiz Henrique, Luiz Humberto Carneiro, Luzia Ferreira, Marques Abreu, Neider Moreira, Neilando Pimenta, Pinduca Ferreira, Romel Anízio, Rômulo Veneroso, Rômulo Viegas, Sebastião Costa, Tenente Lúcio, Tiago Ulisses, Zé Maia, Duarte Bechir.

 

Deputados que votaram contra:

Adalclever Lopes, Adelmo Carneiro Leão, Almir Paraca, André Quintão, Antônio Júlio, Bruno Siqueira, Carlin Moura, Celinho do Sinttrocel, Durval Ângelo, Elismar Prado, Ivair Nogueira, Liza Prado, Maria Tereza Lara, Paulo Guedes, Pompilio Canavez, Rogério Correia, Rosângela Reis, Tadeu Leite, Ulisses Gomes, Sávio Souza Cruz.
fonte blog do Euler

Deputados aprovam nova proposta de remuneração dos professores da rede estadual

Foi aprovado na noite desta quarta-feira, com 51 votos a favor e 20 contra, em sessão extraordinária da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o substitutivo apresentado pelo Governo do Estado com a nova proposta salarial para os professores da rede estadual.

A nova proposta remuneratória foi enviada aos deputados nessa terça-feira, um dia após ser apresentada pelo governador Antonio Anastasia. Ela prevê que todos os servidores da Educação sejam enquadrados em uma tabela de transição que, para uma jornada de 24 horas, tem o subsídio inicial de R$ 712,20, com direito a 2,5% de acréscimo a cada dois anos e 10% a cada novo nível de escolaridade adquirido.

Sobre esses valores também incidirão as atuais 22 gratificações e benefícios como quinquênios ou biênios, levando a uma remuneração mínima, segundo o governo, de R$ 1.320 na carreira de 24 horas.

O novo modelo de pagamento será exemplificado nos próximos 400 mil contra-cheques do funcionalismo da educação, com o objetivo de esclarecer a todos os professores como serão seus subsídios a partir do próximo ano.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Governo de Minas propõe remuneração unificada para professores e paga acima do piso salarial

Proposta consolida aplicação do piso nacional da educação e assegura ganhos reais para profissionais, de acordo com tempo de serviço e nível de escolaridade
O Governo de Minas encaminha à Assembleia Legislativa de Minas Gerais, nesta terça-feira (22), nova proposta com diversas melhorias para a remuneração e para a carreira dos profissionais da Educação. As mudanças garantem que todos os professores e especialistas da Educação ganharão acima de R$ 1.122,00, para uma jornada de 24 horas semanais, ou seja, 57% proporcionalmente a mais do que o piso estabelecido pelo MEC, que é de R$ 1.187,00 para uma jornada de 40 horas semanais.
Os professores e especialistas da Educação com licenciatura ganharão pelo menos R$ 1.320,00, ou 85% proporcionalmente a mais do que o piso nacional.
A nova proposta significará um impacto de R$ 2,1 bilhões na folha de pagamentos dos servidores da Educação. Além disso,  a partir de 2012 começará a implantação do sistema de 1/3 da jornada semanal dos professores dedicada à atividades extraclasse.
“Essa proposta demonstra, mais uma vez, a disposição do Governo de Minas para encontrar formas de valorizar e melhorar a remuneração e a carreira dos profissionais da educação. Além disso, reafirma o compromisso com a qualidade da Educação no Estado e o respeito aos alunos, aos pais, aos professores e a toda a comunidade escolar”, afirma o Governador Antonio Anastasia.